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CBD pode ajudá-lo na luta contra o cancro

2 min de leitura

CBD pode ajudá-lo na luta contra o cancro

A cannabis tem sido utilizada como parte de soluções domésticas por centenas de anos. Os ciêntistas reconheceram numerosos segmentos organicamente dinâmicos na cannabis. Estes são chamados canabinóides. Os dois segmentos mais bem examinados são os produtos químicos delta-9-tetrahydrocannabinol (regularmente aludidos como THC) e canabidiol (CBD).

Alguns relatos científicos registram que os benefícios do CBD também incorporam efeitos antiproliferativos e pró-apoptóticos que inibem a migração, adesão e intrusão de células cancerígenas. (1) Um relatório distribuído no Jornal da Farmacologia e Terapêutica Experimental descobriu que o CBD restringia intensa e especificamente o desenvolvimento de várias linhas celulares de tumor da mama e apresentava fundamentalmente menos força em células não cancerígenas. (2)

Em 2011, os especialistas incluíram a luz do sistema celular através do qual o CBD estimula a passagem de células nas células do cancro da mama. A investigação demonstrou que o CBD provocou uma morte celular dependente da concentração de ambas as células de cancro da mama positivas ao receptor de estrogénio e receptor de estrogénio negativo. Os cientistas também descobriram que os agrupamentos poderosos do CBD nas células cancerígenas têm pouco impacto nas células mamárias não cancerígenas. (3)

O CBD continua como um composto não letal e os estudos mostram que as medições de 700 miligramas por dia, durante seis semanas consecutivas, não demonstraram qualquer qualidade venenosa simples em pessoas, recomendando que possa ser utilizado para tratamento prolongado. O exame não demonstra exclusivamente que os benefícios do CBD incorporado é poderoso na luta contra as células cancerígenas da mama, a informação também sugere que o CBD pode ser utilizado para inibir a invasão do pulmão e cancro de cólon, além de ter propriedades anti-cancerígenas em gliomas e tem sido utilizado para tratar a leucemia. (4)
O CBD e diferentes produtos químicos encontrados na Cannabis têm um impacto antitumoral e podem ser utilizados para melhorar os medicamentos padrão (5).

O CBD cessou efetivamente as células de crescimento em numerosas células distintas da doença cervical de acordo com esta investigação (6).

O CBD expandiu as células cancerígenas passando em leucemia e malignidade do cólon, de acordo com esses três estudos de pesquisa (7, 8, 9). O CBD também diminuiu o desenvolvimento e o ataque das células do glioma humano, sugerindo um possível papel do CBD como agente antitumoral (10).

Os canabinóides podem garantir ferramentas no tratamento de mistura para doenças da mama e da próstata, devido aos seus impactos antitumorais diretos, a sua capacidade de aumentar a eficácia dos medicamentos antitumorais convencionais e a sua utilidade como tratamento para diminuir o sofrimento (5, 11, 12).

Muitos pacientes com cancro descobriram os benefícios do óleo CBD. O óleo CBD não só pode atingir diretamente as células cancerígenas, mas também há evidências significativas de que o óleo CBD pode ser útil na redução dos efeitos secundários graves da quimioterapia e da radiação. O cancro é uma doença grave que requer atenção médica. Mas há muitas coisas que podemos fazer para ajudar no processo de cura, aproveitando o óleo CBD.

Fontes

1: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3579246/
2: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16728591/
3: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21566064/
4: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3579246/
5: http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/13543784.2016.1236913
6: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5009497/
7: http://molpharm.aspetjournals.org/content/70/3/897.full
8: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14692532
9: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Inhibition+of+colon+carcinogenesis+by+a+standardized+Cannabis+sativa+extract+with+high+content+of+cannabidiol
10: http://jpet.aspetjournals.org/content/308/3/838.short
11: http://mct.aacrjournals.org/content/10/7/1161.full
12: https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-010-1177-4


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